06/05/2009
Tati, parabéns!!!!
| Escrito por Irving Alves às 18h53 | ![]() |
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Tirando a poeira
16/03/2009
Domingo tem Radiohead! E Kraftwerk! E Los Hermanos, que eu adoro, fazendo a fênix e ressurgindo das cinzas. A entrada tá na mão, ainda que conseguida por caminhos um tanto tortuosos. E estou contando as horas. EU já tinha até perdido as esperanças de ver Radiohead ao vivo no Brasil. Desde que ouvi Fake Plastic Trees pela primeira vez, a banda sempre estava para vir pra cá. "Ano que vem é certeza!". E eu, besta, sempre acreditava. É igual o Cranberries, que sempre vinha e nunca veio.
Mas enfim, os esquisitos não tão esquistos assim finalmente estão aí. Vamos fazer um esquenta?
| Escrito por Irving Alves às 19h23 | ![]() |
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Só no orgônio
19/01/2009
Eu quero uma caixa de orgônio. Ela é feita com camadas de material orgânico e inorgânico, intercaladas. Como cada elemento tem propriedades energéticas específicas, o que acontece é que a energia (orgônio) fica acumulada na caixa. Quero ficar meia horinha dentro da caixa milagrosa e assistir ao meu organismo ficando mais saudável e resistente a qualquer ameaça. Funciona, viu? Não é conversa pra boi dormir nem esoterismo. O acumulador de orgônio já foi testado repetidamente em animais e os resultados foram surpreendentes. Ratos com câncer que passavam algum tempo no acumulador viveram mais e melhor do que os que não tiveram a chance. Muita gente por aí também relata os benefícios da terapia. O inventor dessa panacéia foi Wilhelm Reich, discípulo de Freud, só que bem menos careta. Um daqueles que não tem medo de tocar em ferida, seja ela qual for.
Há algum tempo li "O Assassinato de Cristo", do Reich. Ai, um soco no estômago de tudo e de todos. Fiquei fascinado pela figura. Foi Reich quem traduziu para o "ocidentês" o que os orientais já sabiam há tempos: que todas as coisas estão ligadas e que todos somos movidos por uma energia que precisamos encontrar em nós mesmos e aprender a desenvolvê-la. No Oriente é prana. Pra Reich é orgônio. É claro que essa conversa não foi bem vista pela caretice americana e o homem acabou preso e morrendo na cadeia yankee. Também, quem mandou dizer que transar era fundamental para liberar o orgônio bloqueado na pélvis e harmonizar o organismo? Isso só aumenta o meu fascínio.
| Escrito por Irving Alves às 19h57 | ![]() |
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Maricona!
07/01/2009
| Escrito por Irving Alves às 20h18 | ![]() |
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Esquizofrenia beat
03/12/2008

No último fim de semana eu assistí ao filme "Na Natureza Selvagem". Ele despertou meu interesse logo que foi lançado, mas que eu nunca conseguia ver, por inúmeros motivos. Preguiça de ir ao cinema e me sentir assaltado foi um deles. Depois que saiu em DVD, eu tomava fôlego num domingão à tarde, ia até a locadora mas o filme nunca estava lá esperando por mim.
No fim das contas, a espera valeu a pena. O filme é sensível e questionador até o talo, por mostrar a história real de um filhinho de papai que larga as certezas incertas de uma vida profissional promissora, queima dinheiro e se mete no mato, com a idéia fixa de chegar ao Alaska, seja lá como for. E apesar de eu ter ficado impressionado com a cena que mostra uns bons dólares ardendo no fogo, nutri uma profunda admiração pelo desapego do protagonista.
Na verdade, sempre tive uma veia beatnik que vive em contradição com meu profundo interesse em tecnologias que, quando funcionam, tornam nossa vida muito mais gostosa. Isso sem falar em outras coisas que me deixam feliz e que em nada se aproximam de um estilo de vida com um Q de riponga. Lembro que, durante a adolescência e no conforto do sofá da casa da mamãe, li com sofreguidão o livro "On the Road", do papa beat Jack Kerouac. Podia me imaginar todo sujo, pulando clandestinamente de trem em trem, vivendo com o dinheiro que aparecesse, trabalhando só para comer e me preocupando mais em evoluir espiritual e intelectualmente do que unicamente com uma carreira que me desse retorno financeiro. O filme com o ótimo Emile Hirsch trouxeram de volta essas sensações e questionamentos.
Mesmo sabendo que será algo que nunca vou encarar de fato (será?), tenho uma profunda admiração por quem vive feliz com bem pouco e olha com ar de superioridade para os coitados que vivem às voltas com dramas impostos pelo capital. Puts, mas dinheiro é tão bom, né? Ai, acho que estou meio esquizofrênico hoje (será que só hoje?). Melhor ficar por aqui. Mas fica o recado: se não viu "Na Natureza Selvagem", veja. Veja e preste atenção à trilha sonora, à atuação de Emile Hirsch e faça um exercício de se imaginar naquela situação. Consegues?
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Prometo ser mais fiel a este blog.
| Escrito por Irving Alves às 19h56 | ![]() |
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Câncer+Touro = Escorpião
05/11/2008
Dizem por aí que os nascidos sob o signo de Escorpião são misteriosos e capazes de te enxergar por inteiro com um simples olhar. Para os escorpianos, superficialidade não está com nada e o que conta mesmo é o que vem do âmago, cheio de intensidade. Nada de meias-palavras nem de ficar em cima do muro. Ou é ou não é. Ou vai ou fica. Escorpião é regido por Plutão, astro que perdeu o posto de planeta mas que continuaria exercendo sua influência controladora, toda poderosa.
O homem deste signo é por vezes descrito como apaixonante e apaixonado. O que dizer então de um relacionamento escorpiano? Se compararmos prós e contras deste signo, será que o resultado é animador? Eu digo com propriedade que sim. A gente até questiona se todo aquele poder exercido pelos de Escorpião sobre nossa personalidade não seria capaz de nos fazer perder as estribeiras. Mas prefiro pensar que esta capacidade de envolver é vontade de ficar junto.
E isso de não querer saber de nada indefinido ou enrolado demais? Vejo como pressa para viver o que há de bom, sem perder tempo analisando obstáculos que aparecem. Eles têm de ser transpostos o quanto antes. Sem deixar rastros nem cicatrizes, de preferência. E todo o mistério que os cerca? Só pode ser vontade de ser descoberto, desvendando uma pérola escondida. Por essas e outras, uní a sensibilidade de um canceriano com a obstinação de um taurino para fazer frente à toda intensidade de Escorpião. E depois de um ano inteirinho, cheio de histórias para contar, posso dizer que a batalha vem se revelando deliciosamente movimentada.
Ô de Touro: te amo bem muito!
| Escrito por Irving Alves às 20h38 | ![]() |
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Debute com Janelle
20/10/2008
Como um tímido de marca maior, sempre fui um tanto resistente à ideia de ter um blog. Confesso que o maior receio era o de que, quando me desse conta, estar superexpondo no cyberespaço histórias e pensamentos que sempre preferí guardar para poucos. Porém, diante de tantos blogs bem cuidados, que vão fundo em assuntos específicos e que são, sobretudo, livres, a imagem não muito amigável que tinha da blogosfera foi aos poucos caindo por terra.
E agora que esse blog me caiu no colo, espero fazer dele um canal para dividir com quem se interessar tudo o que chama minha atenção nesse mundão. Entram aí filmes, músicas, livros, fotografias, ciência bizarra e algumas fofoquinhas sobre o universo das (sub)celebridades que tanto nos divertem.
Na minha estréia, sugiro que os leitores do Mix que ainda não o fizeram dêem uma olhadinha cuidadosa em Janelle Monáe. A cantora de 23 anos nasceu nos EUA e é uma verdadeira salada de influências africanas, soul e música eletrônica, tudo isso com uma roupagem única e visual futurista. Logo na primeira vez que a ouvi, fiquei passado com a doçura de sua voz e com a mistura bem sucedida de elementos. Simplesmente não consigo parar de ouvir!
É sério, dá uma olhadinha: http://www.myspace.com/janellemonae
| Escrito por Irving Alves às 13h44 | ![]() |
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